Filmes por gênero

EL CID (1961)

El Cid
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Cyd (Polônia)
Cidul (Romênia)
El Sid (Turquia)
Ел Сид (Bulgária)
Эль Сид (União Soviética)
Pais: Itália, Estados Unidos
Gênero: Épico, Biográfico, Drama
Direção: Anthony Mann
Roteiro: Philip Yordan, Fredric M. Frank, Ben Barzman
Produção: Samuel Bronston
Design Produção: Veniero Colasanti, John Moore
Música Original: Miklós Rózsa
Fotografia: Robert Krasker
Edição: Robert Lawrence
Figurino: Veniero Colasanti, John Moore
Guarda-Roupa: Gloria Musetta
Maquiagem: Mario Van Riel
Efeitos Sonoros: Verna Fields, Jack Solomon, Gordon K. McCallum
Efeitos Especiais: Jack Erickson, Alex Weldon
Nota: 8.5
Filme Assistido em: 1963

Elenco

Charlton Heston El Cid (Rodrigo Díaz de Vivar)
Sophia Loren Jimena
Raf Vallone Conde Ordóñez
Geneviève Page Princesa Urraca
John Fraser Príncipe Alfonso
Gary Raymond Príncipe Sancho
Herbert Lom Ben Yussuf
Andrew Cruickshank Conde Gormaz
Frank Thring Al Kadir
Ralph Truman Rei Ferdinand
Christopher Rhodes Don Martín
Hurd Hatfield Arias
Massimo Serato Fanez
Michael Hordern Dom Diego
Douglas Wilmer Moutamin
Tullio Carminati Sacerdote
Carlo Giustini Bermúdez
Gérard Tichy Rei Ramírez
Fausto Tozzi Dolfos
Barbara Everest Madre Superiora
Katina Noble Freira
Nerio Bernardi Soldado
Franco Fantasia Soldado
Paul Muller Médico-Assistente árabe
Rosalba Neri Jovem no harém

Prêmios

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio Especial (Samuel Bronston )

Prêmios Bambi, Alemanha

Prêmio Bambi de Melhor Atriz Internacional (Sophia Loren)

Círculo dos Roteiristas de Cinema, Espanha

Menção Especial de Melhor Filme Estrangeiro

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Filme de Ação

Sociedade Britânica dos Fotógrafos de Cinema

Prêmio de Melhor Fotografia (Robert Krasker)

Prêmios de Melhor Edição de Som, Estados Unidos

Prêmio de Melhor Edição de Som de um Longa Metragem

Indicações

Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA

Oscar de Melhor Direção de Arte - Decoração de Cenários (Veniero Colasanti, John Moore)

Oscar de Melhor Canção Original (Miklós Rózsa, Paul Francis Webster)

Oscar de Melhor Trilha Sonora de uma Comédia ou Drama (Miklós Rózsa)

Prêmios Globo de Ouro, EUA

Prêmio de Melhor Filme - Drama

Prêmio de Melhor Direção (Anthony Mann)

Prêmio de Melhor Trilha Sonora (Miklós Rózsa )

Prêmios Bambi, Alemanha

Prêmio Bambi de Melhor Ator Internacional (Charlton Heston)

Grêmio dos Diretores da América

Prêmio por Direção Excepcional (Anthony Mann)

Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália

Prêmio Fita de Prata de Melhor Design de Produção (Veniero Colasanti )

Prêmio Fita de Prata de Melhor Figurino (Veniero Colasanti)

Prêmios Laurel, USA

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Trilha Sonora (Miklós Rózsa)

Prêmio Laurel de Ouro de Melhor Canção (Miklós Rózsa, Paul Francis Webster)

Festival Internacional do Cinema de Thessaloniki, Grécia

Prêmio Honorário (Anthony Mann)

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Na Espanha do século XI, os reinos cristãos de Castilla, León e Aragón enfrentam a constante ameaça dos mouros em guerra e sua determinação em espalhar a cultura islâmica em toda a Europa. Nessa arena de violência, Rodrigo Diaz de Vivar, cujas coragem, sabedoria e força espiritual chamam a atenção, ganha o apelido de El Cid, ou "O Senhor". Após uma determinada batalha, ele liberta alguns emires mouros com a condição de nunca mais atacarem Castilla. Seu ato de misericórdia é mal interpretado como traição pelo Conde Gormaz, pai de sua amada Jimena, e para proteger a honra da família, ele se vê forçado a matar o Conde num duelo.

Embora Jimena prometa vingança, ela é obrigada a casar-se com El Cid, por ordem do rei Ferdinand, mas eles não consumam o casamento, e Jimena entra no convento. Pouco tempo depois, Ferdinand morre e seu reino é dividido entre seus três filhos briguentos, os príncipes Alfonso e Sancho, e a princesa Urraca. Algum tempo depois, o fraco e ambicioso Alfonso providencia o assassinato de Sancho. Quando El Cid se recusa a jurar lealdade, a menos que Alfonso jure inocência na morte de seu irmão, ele é banido de Castilla.  

Mas, ao longo dos anos que se seguem, El Cid continua a combater os mouros, aumentando cada vez mais sua fama de lealdade para com o reino, a ponto de Jimena reconhecer e declarar novamente seu amor por ele. Quando o líder mouro, Ben Yussuf, começa a planejar uma invasão maciça de Valência, Alfonso pede para que El Cid retorne do exílio e assuma o comando do exército.

A batalha se estende por vários dias e, na véspera do último grande ataque mouro, El Cid é mortalmente ferido por uma flecha perdida. Atendido por Jimena, ele promete que, vivo ou morto, liderará suas tropas no dia seguinte. Obediente ao desejo do marido, Jimena providencia para que seu cadáver seja preso firmemente em seu cavalo branco e colocado à frente das tropas. Assim, quando os mouros veem o aparentemente invencível El Cid à frente de seu exército, eles ficam aterrorizados e confusos, e fogem em pânico em direção aos seus navios, abandonando o combate.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Anthony Mann, a partir de um roteiro escrito por Philip Yordan, Fredric M. Frank e Ben Barzman, “El Cid” é um ótimo filme produzido pelas empresas Samuel Bronston Productions e Dear Film Produzione em 1961. Sua trama, baseada num livro de Fredric Frank, conta a história romanceada da vida do maior herói do Reino de Castilla, o cavaleiro Dom Rodrigo Díaz de Vivar, conhecido como “El Cid”, que, no século XI, lutou contra os mouros e contribuiu para a unificação da Espanha.

Na direção, Mann realiza um excelente trabalho, no que é ajudado pela ótima fotografia em Technirama, assinada por Robert Krasker. Aliás, o filme foi agraciado com seis premiações, além de outras treze indicações nas mais diversas áreas. No elenco, destacam-se as atuações de Charlton Heston e Sophia Loren, seguidas pelas de Herbert Lom e Raf Vallone.

Enfim, “El Cid” é um filme que recomendo fortemente.

CAA