Filmes por gênero

SEM MOTIVO APARENTE (1971)

Sans mobile apparent
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Senza movente (Itália)
Sin móvil aparente (Espanha)
Neun im Fadenkreuz (Alemanha)
Okänd hämnare (Suécia)
Bez wygranych motywów (Polônia)
Látszólag ok nélkül (Hungria)
Mord uden motiv (Dinamarca)
Pais: França, Itália
Gênero: Mistério, Suspense
Direção: Philippe Labro
Roteiro: Philippe Labro, Vincenzo Labella, Jacques Lanzmann
Produção: Jacques-Eric Strauss
Design Produção: André Hoss
Música Original: Ennio Morricone
Fotografia: Jean Penzer
Edição: Claude Barrois, Nicole Saunier
Maquiagem: Georges Bouban
Nota: 7.8
Filme Assistido em: 1973

Elenco

Jean-Louis Trintignant Stéphane Carella
Dominique Sanda Sandra Forest
Laura Antonelli Juliette Vaudreuil
Stéphane Audran Hélène Vallée
Carla Gravina Jocelyne Rocca
Sacha Distel Julien Sabirnou
Paul Crauchet Francis Palombo
Jean-Pierre Marielle Perry Rupert-Foote
Gilles Ségal Di Bozzo
Pierre Dominique Doume
Erich Segal Hans Kleinberg
Jean-Jacques Delbo O Superior
André Falcon Sub-Prefeito
Alexis Sellan Pierre Barroyer
Esmeralda Ruspoli Madame Forest
Michel Bardinet Tony Forest
Yvonne Gradelet Fã de Julien Sabirnou
Philippe Labro Jornalista
Jean-Claude Rémoleux .

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Em Nice, Tony Forest e Pierre Barroyer são assassinados com uma bala na testa por um franco-atirador. O Inspetor Stéphane Carella não detecta nenhum motivo aparente. A única ligação entre os dois assassinatos está na pessoa do astrólogo Hans Kleinberg, que trabalhou como mensageiro dos fundos de ambas as vítimas para contas na Suíça. Kleinberg também é assassinado. A única pista para Carella é o caderno íntimo que Sandra, a nora de Forest, lhe deu, onde ele havia registrado seus compromissos com suas muitas amantes. O mesmo inclui o nome e o número de telefone de Jocelyne Rocca, que concorda em procurar o inspetor. Como ela fora sua amante, ela se mostra decepcionada ao verificar que o policial só está interessado em sua investigação. Ao deixar o local, ela é atingida por uma bala no peito. Carella chega a ver o assassino em uma janela, mas não consegue prendê-lo porque ele foge a tempo.

É novamente por Sandra que a investigação tem continuidade. Ela relança no Théâtre de Verdure, sob a direção de Francis Palombo, do centro cultural da Universidade, uma peça escrita por ele há oito anos em homenagem ao seu amor platônico, Juliette Vaudreuil. Graças a um documento encontrado por Sandra, Carella consegue estabelecer que as quatro vítimas, que se conheciam na Universidade, foram baleadas na ordem de sua aparição na criação da peça.

Assim, ele consegue proteger Julien Sabirnou, apresentador de um programa de televisão, que se achava em quinto lugar na lista. Hélène Vallée, também em perigo, evoca com Carella um pedaço do conturbado passado do pequeno grupo, do qual Juliette foi a vítima traumatizada. Seu marido inglês, Perry Rupert-Foote, revela-se o autor dos assassinatos. Ameaçado, Carella se vê obrigado a atirar nele, antes de se demitir, cansado de tanto sangue.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Philippe Labro, a partir de um roteiro por ele escrito, juntamente com Vincenzo Labella e Jacques Lanzmann, “Sem Motivo Aparente” é um filme franco-italiano produzido pelas empresas Cinétel, Président Films e Euro International Film em 1971. Sua trama, baseada num livro de Ed McBain, se passa em Nice, mais particularmente, em torno de seu porto, quando um atirador começa a matar, aparentemente ao acaso, ou sem motivo aparente.

Na direção, Labro realiza um bom trabalho, pecando um pouco pelo ritmo por ele imposto à narrativa. Na área técnica, o que mais me chamou atenção foi a bela trilha sonora, assinada por Ennio Morricone.

No elenco, destaca-se a atuação de Jean-Louis Trintignant, seguida pelas de Dominique Sanda, Laura Antonelli, Stéphane Audran e Carla Gravina.

CAA