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A HISTÓRIA DE RUTH (1960)

The story of Ruth
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Ficha Técnica

Outros Títulos: Os amores de Ruth (Portugal)
L'histoire de Ruth (França)
La storia di Ruth (Itália)
La historia de Ruth (Espanha, México, Argentina)
Das Buch Ruth (Alemanha)
Flykten från Kemos (Suécia)
Ruutin kirja (Finlândia)
Historien om Ruth (Dinamarca)
Pais: Estados Unidos
Gênero: Drama, Bíblico
Direção: Henry Koster
Roteiro: Norman Corwin
Produção: Samuel G. Engel
Música Original: Franz Waxman
Coreografia: Danni Dassa
Fotografia: Arthur E. Arling
Edição: Jack W. Holmes
Direção de Arte: Lyle R. Wheeler, Franz Bachelin
Figurino: Vittorio Nino Novarese
Guarda-Roupa: Ed Wynigear
Maquiagem: Ben Nye
Efeitos Sonoros: Harry M. Leonard, E. Clayton Ward
Efeitos Visuais: L.B. Abbott, Emil Kosa Jr.
Nota: 8.3
Filme Assistido em: 1969

Elenco

Stuart Whitman Boaz
Tom Tryon Mahlon
Peggy Wood Naomi
Viveca Lindfors Eleilat
Jeff Morrow Tob
Elana Eden Ruth
Thayer David Hedak
Les Tremayne Elimelech
Eduard Franz Jehoam
Leo Fuchs Sochin
Lili Valenty Kera
John Gabriel Chilion
Ziva Rodann Orpah
Basil Ruysdael Shammah
Charles Wagenheim Pai de Ruth
Anthony Jochim Ben Nadab
John Banner Rei de Moab
Adelina Pedroza Iduma
Daphne Einhorn Tebah
Sara Taft Eska
Jean Inness Hagah
Berry Kroeger Huphim
Don Diamond Yomar
Chrystine Jordan Ruth, aos 5 anos
Duke Fishman Escravo
Tony Urchel Escravo
Robert Adler .

Videoclipes

70 anos de cinema

Sinopse

Ruth, uma sacerdotisa pagã moabita, orienta uma jovem chamada Tebah, que está sendo preparada para ser sacrificada a Quemós, o deus moabita. A alta sacerdotisa Eleilat, juntamente com Ruth, ordena a Mahlon, um jovem artesão judeu, que prepare uma coroa que será utiliza por Tebah durante o ritual no qual ela deverá  será sacrificada.

Quando Mahlon entrega a coroa para Ruth, no templo, ele explica que Quemós é um falso deus. Após a jovem ser sacrificada, Ruth, assustada, junta-se a Mahlon e sua família numa tentativa de fuga. Pouco tempo depois, Elimelech e Chilion, respectivamente pai e irmão de Mahlon, são mortos na prisão, enquanto este é condenado a trabalhar como escravo pelo resto de sua vida. Depois de uma tentativa de Ruth para ajudá-lo a fugir da prisão, Mahlon é finalmente assassinado.

Quando Naomi pede às noras viúvas que retornem para Moabe, uma faixa de terra montanhosa ao longo da margem oriental do Mar Morto, Orpah a atende, mas Ruth, que tem um especial afeto pela sogra, decide voltar com ela para Israel, citando a frase que ficou conhecida como o símbolo da fidelidade: “Teu povo será o meu povo, teu Deus será o meu Deus”.

Uma vez em Israel e seguindo a lei judaica, como viúva, Ruth deveria ser desposada por Boaz, o parente mais próximo de seu falecido marido. Ela resolve, então, aproximar-se dele, passando a respigar as espigas de trigo que caiam atrás dos ceifadores. Ao conhecê-la, Boaz pede aos seus servos que deixem cair propositadamente algumas espigas para que ela as pegue.

Ao tomar conhecimento do que está ocorrendo, sua sogra, tentando assegurar-lhe felicidade e uma vida tranquila, a aconselha a, depois do trabalho, procurar ver onde Boaz está descansando e deitar-se discretamente aos seus pés.

Seguindo os conselhos da sogra, Ruth faz com que Boaz a encontre ao seu lado, ao acordar durante a noite. Na ocasião, ele objeta ao dizer-lhe que há outro parente mais próximo, que tem o direito antes dele, mas que procurará resolver a questão. Assim, ele negocia com o tal parente e, em seguida, casa-se com ela.

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Comentários

Realizado pelo cineasta Henry Koster, a partir de um roteiro escrito por Norman Corwin, “A História de Ruth” é um filme norte-americano produzido pela  Twentieth Century Fox Film Corporation em 1960. Sua trama é baseada em escrituras hebreias e no Velho Testamento da Bíblia Cristã.

Embora inferior a filmes bíblicos como “O Manto Sagrado”, de 1953, e “Os Dez Mandamentos”, de 1956, “A História de Ruth” é um bom filme. Na direção, Koster realiza um belo trabalho, o mesmo ocorrendo com a fotografia em CinemaScope a cargo de Arthur Arling, e a trilha sonora assinada por Franz Waxman.

No elenco, estreando no cinema aos vinte anos de idade, a atriz israelense Elana Eden nos brinda com uma ótima atuação no papel principal. Por seus desempenhos, merecem igualmente elogios Stuart Whitman, Viveca Lindfors, Peggy Wood e Jeff Morrow.

CAA